Lídia França de Bandeirantes – PR, sempre sonhou sobrevoar as casas de Kakariko Village com uma galinha na cabeça. Aliás, quem nunca? Com pouquíssimas rúpias ela e seus amigos recriaram a mais famosa vila de nossa infância (tirando a vila do Chaves) e ainda se esforçaram pra criar um varal de itens… Com licença, vou ver se meu Nintendo 64 ainda funciona.
Thiago Ferreira de Varginha – MG roubou os talheres da mãe e, pra não apanhar, se certificou em tomar o chinelo também. E foi assim que criou o mutante Wolverine, também conhecido como a poderosa Arma X… Que aqui está mais pra Arma “CH”. Pra ficar perfeito, só faltou a mãe comprar um jogo de talheres de adamantium.
Júlio Alves de Santo Antonio do Descoberto – GO montou seu próprio Shiryu, o cavaleiro do dragão. Reparem no escudo mais forte do Zodíaco. Bom, mais forte que essa armadura pelo menos. Com tanto papelão e remendo de fita crepe, esse sim é um verdadeiro cavaleiro brasileiro! Até a cólera desse dragão deve ser aquela das bactérias na água.
Marisa Sales do Rio de Janeiro – RJ resolveu fazer o cospobre de um donuts… digo, do Jibaku, um espírito do Primeiro Mundo, desperdiçando um delicioso danoninho ao passá-lo na cara. Marisa teve uma ideia de primeiro mundo mas a fantasia foi de terceiro!
Júlio César Alves de Santo Antonio do Descoberto – GO está ironicamente coberto pra criar seu cospobre do líder Ja Kal, de As Múmias Vivas. Essa espécie de Múmia Power Ranger esteve dormindo por mais de 3500 anos! Não é de se estranhar que, depois de tanto tempo, foi preciso muito jornal pra se atualizar. Seria essa a mistura do Brasil com o Egito que o É o Tchan tanto falava?
Matheus Carnaúba de Brasília-DF mostrou por que o mouse ótico superou o mouse de bolinha com seu cospobre do mutante Ciclope. Aliás, isso nos faz pensar: teria sido Scott Summers um visionário por trocar suas “bolinhas” do globo ocular pra laser before it was cool? O fone de ouvido também ficou mto bom. Incrível a preguiça do brasileiro, o Matheus nem precisou sair da frente do computador pra fazer o cospobre.
Adevanir Rezende de Cornélio Procópio – PR mostrou que o Paraná é frio mesmo com seu cospobre de de Mr. Freeze. O efeito de congelamento no rosto está quase tão bom quanto ao do filme Batman e Robin. Destaque pra arma gambiarrada com bomba de enchimento, furadeira e fita isolante, tão real que poderia enganar qualquer banco em Gothan City!




















